O dia do amor

Hoje é dia dos Namorados.  Dos amores que se encontraram, dos que estão juntos e dos que ainda se constroem. Namoro pode ser um caso rápido, pode ser aquela companhia duradoura, pode ser aquele amor fugaz e intenso. Namorados são aqueles jovens, juntos há meses, certos de que seu amor durará para sempre. Namorados também são aqueles com mais idade, já sem as expectativas floreadas da paixão, mas que permanecem unidos por incontáveis anos que os entrelaçaram e os fazem um só. Existem solteiros que são namorados, há pessoas casadas que são enamoradas de seus pares. É uma data comercial, cheia de expectativas de ganhos, mas que ao menos nos faz pensar no amor. E a tradição do nosso dia dos namorados começa (de que outra forma seria?) com uma história de amor.

A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia tido em homenagem à morte do bispo Valentim. Este homem lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras, acreditando que os solteiros eram melhores combatentes. Contrário a essa idéia, Valentim continuou celebrando casamentos  apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso, condenado à morte. Enquanto estava na prisão, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor, desejando-lhe força e votos de confiança. Enquanto aguardava o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “Seu Valentim”. Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte – 14 de fevereiro – tornou-se o dia de São Valentim na maioria dos países, onde se comemora o amor com troca de mensagens e presentes.

Aqui no Brasil se instituiu a data de 12 de junho por ser véspera do dia 13, quando se comemora o dia de Santo Antônio, santo casamenteiro. Conta a lenda que certo dia ele ajudou uma pobre moça a se casar. Ela não tinha dinheiro para apresentar como dote, a fim de que pudesse se unir ao pretendente. Então Santo Antonio disse-lhe que tivesse fé, e logo surgiram milagrosamente moedas de ouro, e a moça realizou o seu sonho. Santo Antonio é atualmente o santo mais popular do Brasil.

Verdadeiras ou não, as histórias sobre a data nada mais são do que inspiradoras justificativas para que se fale de amor. E mesmo que a data seja de fato comercial, que muitos façam críticas sobre o que se gasta em presentes, o importante é que passamos este dia (e muitos anteriores) focados em algo que transmite o bem. Num sentimento tão primoroso como o amor. Seja através de um valioso presente, ou de um simples beijo bem dado, o essencial é estar feliz. E tendo alguém ao lado para compartilhar, melhor ainda. 

Feliz dia dos namorados!

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