Você sabe que é verão…

Nada como aproveitar os períodos de generoso calor que temos aqui no Brasil nos meses de dezembro, janeiro e principalmente fevereiro. O calor é sufocante (mas envolvente), é excessivo (porém adorável), é dominante (entretanto quem não quer?) e tudo conspira para a alegria. Sorrisos, amigos, conversas, beijos, amores, abraços. Tem coisas que só acontecem em dias quentes. Por isso, você sabe que é verão quando:

Tranca botas e casacos no alto do armário. Só de olhar uma blusa de manga comprida você começa a suar.

Trabalha e resolve todos os compromissos do dia e o sol ainda brilha. Nada como ter uma ou duas horinhas extras iluminadas para fazer o que bem quiser.

Anda descalça pelo piso frio e nem se incomoda. Pantufas para quê?

Vê muito mais “corpo” pelas ruas. Decotes, pernas expostas, barrigas de fora, tudo contribui para aliviar o calor.

Não precisa acordar no meio da noite para (re)colocar a coberta no seu filhote. Pelo contrário, a probabilidade dele estar suando é maior.

Dá vontade de preparar caipirinhas de todas as frutas. Aliás, queremos tomar caipirinhas de qualquer fruta! Ou uma cerveja bem gelada.

A água da piscina varia deliciosamente entre 27 e 30 graus.

Preferimos tomar um picolé de limão a comer uma barra de chocolate (derretido).

Dorme com a janela do quarto aberta. E telada claro, afinal invasões de pernilongos são outro forte sinal de que o verão está presente.

Não é difícil acordar cedo para ir à academia.

Todos os seus (muitos) biquinis parecem poucos, de tanto que são usados. O desejo de comprar “só mais um” aparece fortemente, assim como seu saldo no banco despenca ainda mais forte ainda nessa época do ano.

As havaianas são sua companhia constante. Dá vontade de comprar todas! Lindas e confortáveis, homens, mulheres e crianças, todos têm.

O ar condicionado do carro não dá conta do calor.

As bananas, maçâs e mangas na fruteira amadurecem muito mais rápido.

Acorda descoberta, estirada na cama, quase sem roupa, com um sentimento de que dormimos mais livres sem edredons.

Se arrepende de ter comprado um carro de cor escura, depois de deixá-lo a tarde toda num estacionamento à céu aberto. Tem que abrir as 4 portas antes de poder entrar, esperando que a temperatura baixe de uns 55 para uns 45 graus… e ainda tem que segurar a direção com um paninho, para não queimar os dedos.

Você quer desesperadamente estar perto da água. Tudo nesta época do ano lembra ambientes paradisíacos, e você conta os dias para descer a serra.

A vontade de comer doces e comidas pesadas fica menor. As saladas de fruta estão em alta, alfaces e tomates também. Viva a dieta involuntária!

São oito horas da noite, e você ainda está na praia.

Todo final de tarde cai o céu. Nuvens pretas vão se aproximando, o ar pára de repente, e logo em seguida chuva torrencial por uns 20 minutos. Se bobear meia hora depois o sol aparece de novo. Torça para não estar de carro no centro de uma cidade como SP.

Você sai produzida à noite e não precisa levar um casaquinho a tiracolo.

Um banho ao dia não é suficiente. O chuveiro nos olha convidativo, é impossível resistir à água gelada e a sensação boa depois de sair da ducha.

A sola do seu pé fica queimada. Seja da areia escaldante da praia ou da ardósia pelando da piscina.

O vento é brisa, é carinho, é refrescante, e não torturante como no inverno. O vento é bem vindo.

Tem muita sede. Tomamos água o dia todo. Se for de côco melhor ainda.

A conta de luz vem caríssima, afinal todos adoramos o calor, mas quem não ama mais ainda o ar condicionado que nos permite deixá-lo de fora por alguns instantes?

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